Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?
Que vivemos no tempo da dispensação da graça, isso é uma realidade que certamente não será contestada, o apostolo Paulo escreve aos romanos no cap.5 v.20. Veio, porém, a lei para que a ofensa abunda-se; mas onde o pecado abundou, superabundou a graça.
Antes víamos debaixo das ordenanças da lei, que nos confrontou com os nosso pecados e revelou que precisávamos de um Salvador, pois não conseguiríamos cumprir toda a lei e mesmo que o fizéssemos algo que seria meramente impossível, a salvação chegaria a nós por nossos própios meios, que também seria algo impossível, sendo que nascemos do pecado. Em que, noutro tempo, andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora opera nos filhos da desobediência..., estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo... Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus, não vem das obras, para que ninguém se glorie. Ef.2.2-5-8-9.
Mas a pergunta é..!!! Estamos sabendo lidar com essa graças? Não estaríamos confundindo e transformando liberdade por libertinagem?
Hoje as ministrações que saem dos púlpitos das igrejas e as canções que mais fazem sucesso, são envoltas com uma roupagem que insinua uma liberdade total.
Será que essa liberdade alcançada pela graça nos da o direito de pecar e continuar pecando indiscriminadamente, será que nos da o direito de cometer atrocidades em nome de Deus?
Porque se introduziram alguns, que antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em libertinagem a graça de Deus e negam a Deus. Jd.4. Como livres e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. I Pe.2.16.
J. Jenkis escreveu o seguinte pensamento: Errar é humano, mas quando a borracha se gasta mais do que o lápis você está positivamente exagerado.
É certo que encontramos liberdade na graças e com ela a misericórdia, que nos garante perdão dos nossos pecados, mas não podemos nos esquecer que Deus é amor, mas também é justiça, que onde abundou o pecado superabundou a graça, mas saber lidar com ela é responsabilidade nossa.
A Deus toda honra e toda gloria.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
o crente e a ZONA !!
- E vocês? Quem pensam que Eu sou? - perguntou o Mestre a seus íntimos.
A sociedade a sua volta se dividia em suas opiniões, falavam em antigas profecias, talvez profeta, talvez a ressurreição de um homem santo qualquer. Mas para o Mestre, o que interessava era a opinião de seus íntimos, daqueles que viviam com Ele.
Ontem, ouvi uma história interessante:
Um crente, daqueles de terno e gravata, em dia quente, bíblia surrada debaixo do braço, sujeito sincero em sua fé, temente a Deus, buscando cumprir a risca sua cartilha. Sempre na busca de não dar um mau testemunho, de não fazer tropeçar os que, por exemplo, tem sua vida reta como referencial de cristão.
O percurso de sua casa até a igreja passava por um prostíbulo, também conhecida como zona. Se tem uma coisa que este crente não pode ser acusado era ser fraco nesta área. Jamais cedeu ao apelo sexual das meninas que expunham seus corpos para a prostituição de sua forma mais tradicional. Tão firme era ele que, um dia, duas prostitutas o cercaram. Queriam a todo custo se aproximar do crente.
Elas, não tão novas, estavam cobertas de maquiagem e um forte perfume. No interesse de detê-lo em seu caminho, tentaram até pegá-lo pelo braço, mas ele se esquivou. Faltou pouco para que ele voltasse de sua fuga, e com o dedo em riste, repreender aquela tentativa – desagradável, inapropriada, não condizente, inoportuna. Mas ainda era sábado: Havia um domingo pela frente. O culto daquele sábado trouxe um crente orgulhoso em sua postura correta.
O de domingo traria outra história.
Na ida do culto, o velho meretrício já estava em pleno funcionamento. O crente, como sempre, fez seu trajeto obrigatório, mas agora só uma das prostitutas do dia anterior estava ali.
Vestida com o mesmo shorts curtíssimo, chorava sentada a calçada, o que chamou a atenção daquele cidadão tão devoto:
- O que acontece? Por que chora tanto?
- Minha amiga... - falou a quenga, só então olhando no rosto de quem a questionava.
Os olhos inchados e vermelhos não iam ajudar a ter muitos clientes naquela noite. Após uma breve pausa, questionou:
- Não foi você que passou por aqui ontem?
- Sim... - recuou ele.
- Minha amiga estava desesperada, ela queria sair desta vida. Nessa vida de prostituta, só crente não põe o pé. Ela acreditava que os crentes poderiam ter a resposta... O homem ouvia aquilo e um sentimento de vergonha e orgulho se confundiam.
- Onde está ela? - perguntou ele, se preparando para dar as respostas necessárias.
- Ela se matou...
Infelizmente, esta é uma história verídica.
A preocupação de ter um bom conceito entre os irmãos de nossa respeitável comunidade fez com que eles esquecessem o porque de toda esta santidade: viver em prol destas prostitutas, drogados, gente má sem Jesus. Aos que estão com o Mestre, cabe a consciência que também é o mesmo tipo de gente ruim, mas que deixou que cometer certos pecados mais óbvios.
O Cristo se contenta com a opinião de quem realmente lhe conhece: “Eis meu Filho amado, em quem me comprazo”. O desafio satânico no deserto não mexeu com os brios do Filho.
Para Pedro, saber que era a pedra que fazia parte de uma edificação eterna foi suficiente. Para Tomé, um Mestre que reconhece suas limitações céticas e não o rejeita, é o que interessa.
O sincero crente fez o que lhe mandaram, mas note o quanto sua cartilha está distante do discipulado do Mestre.
Enquanto o Filho ensinava a abraçar a ralé, o discípulo os abomina, como se o Mestre pudesse ser ignorado nos pontos mais difíceis de seu ensinamento.
Aceitar a Jesus como seu Salvador é fácil. Duro é aceitá-lo como seu Senhor, seu dono. A partir daí, o que interessa é a opinião Dele. O que os irmãos vão pensar? O que pode acontecer se você for mau interpretado? Afinal: a opinião de Jesus é a que vale ou não?
pense nisso......
A sociedade a sua volta se dividia em suas opiniões, falavam em antigas profecias, talvez profeta, talvez a ressurreição de um homem santo qualquer. Mas para o Mestre, o que interessava era a opinião de seus íntimos, daqueles que viviam com Ele.
Ontem, ouvi uma história interessante:
Um crente, daqueles de terno e gravata, em dia quente, bíblia surrada debaixo do braço, sujeito sincero em sua fé, temente a Deus, buscando cumprir a risca sua cartilha. Sempre na busca de não dar um mau testemunho, de não fazer tropeçar os que, por exemplo, tem sua vida reta como referencial de cristão.
O percurso de sua casa até a igreja passava por um prostíbulo, também conhecida como zona. Se tem uma coisa que este crente não pode ser acusado era ser fraco nesta área. Jamais cedeu ao apelo sexual das meninas que expunham seus corpos para a prostituição de sua forma mais tradicional. Tão firme era ele que, um dia, duas prostitutas o cercaram. Queriam a todo custo se aproximar do crente.
Elas, não tão novas, estavam cobertas de maquiagem e um forte perfume. No interesse de detê-lo em seu caminho, tentaram até pegá-lo pelo braço, mas ele se esquivou. Faltou pouco para que ele voltasse de sua fuga, e com o dedo em riste, repreender aquela tentativa – desagradável, inapropriada, não condizente, inoportuna. Mas ainda era sábado: Havia um domingo pela frente. O culto daquele sábado trouxe um crente orgulhoso em sua postura correta.
O de domingo traria outra história.
Na ida do culto, o velho meretrício já estava em pleno funcionamento. O crente, como sempre, fez seu trajeto obrigatório, mas agora só uma das prostitutas do dia anterior estava ali.
Vestida com o mesmo shorts curtíssimo, chorava sentada a calçada, o que chamou a atenção daquele cidadão tão devoto:
- O que acontece? Por que chora tanto?
- Minha amiga... - falou a quenga, só então olhando no rosto de quem a questionava.
Os olhos inchados e vermelhos não iam ajudar a ter muitos clientes naquela noite. Após uma breve pausa, questionou:
- Não foi você que passou por aqui ontem?
- Sim... - recuou ele.
- Minha amiga estava desesperada, ela queria sair desta vida. Nessa vida de prostituta, só crente não põe o pé. Ela acreditava que os crentes poderiam ter a resposta... O homem ouvia aquilo e um sentimento de vergonha e orgulho se confundiam.
- Onde está ela? - perguntou ele, se preparando para dar as respostas necessárias.
- Ela se matou...
Infelizmente, esta é uma história verídica.
A preocupação de ter um bom conceito entre os irmãos de nossa respeitável comunidade fez com que eles esquecessem o porque de toda esta santidade: viver em prol destas prostitutas, drogados, gente má sem Jesus. Aos que estão com o Mestre, cabe a consciência que também é o mesmo tipo de gente ruim, mas que deixou que cometer certos pecados mais óbvios.
O Cristo se contenta com a opinião de quem realmente lhe conhece: “Eis meu Filho amado, em quem me comprazo”. O desafio satânico no deserto não mexeu com os brios do Filho.
Para Pedro, saber que era a pedra que fazia parte de uma edificação eterna foi suficiente. Para Tomé, um Mestre que reconhece suas limitações céticas e não o rejeita, é o que interessa.
O sincero crente fez o que lhe mandaram, mas note o quanto sua cartilha está distante do discipulado do Mestre.
Enquanto o Filho ensinava a abraçar a ralé, o discípulo os abomina, como se o Mestre pudesse ser ignorado nos pontos mais difíceis de seu ensinamento.
Aceitar a Jesus como seu Salvador é fácil. Duro é aceitá-lo como seu Senhor, seu dono. A partir daí, o que interessa é a opinião Dele. O que os irmãos vão pensar? O que pode acontecer se você for mau interpretado? Afinal: a opinião de Jesus é a que vale ou não?
pense nisso......
domingo, 5 de setembro de 2010
É proibido pensar dentro da igreja !!
este video retrata a realidade hoje dentro dos templos , os lideres escravizam mentalmente seu fiéis, porem aquele que é e do SENHOR JESUS nao fica enganado !!
A pior dificuldade é viver nas trevas !!
Miserável homem que sou, pois como posso me queixar se possuo tudo !! perfeito sou, mais imperfeito serei se me comportar assim,achando que nada esta bom quando tenho tudo,Sou imperfeito sim , sou : no modo de pensar-agir-falar-crer-Temos a visâo errada , somos fracos e como somos!!!e perdemos tempo, muito tempo nesta maneira de pensar, vendo coisas onde nao existem!!
E o que é tudo !?
Seria a vida !?
Certo dia vi um deficiente visual no trem , pedindo um auxilio-esmola, enfim -realizando o seu trabalho a sua maneira de ver a vida , e o mesmo disse uma frase : A pior dificuldade e viver nas trevas , ai eu pergunto ? qual trevas ? a visual ou a mental ??
pense nisso
Rogerio Fernando !!
E o que é tudo !?
Seria a vida !?
Certo dia vi um deficiente visual no trem , pedindo um auxilio-esmola, enfim -realizando o seu trabalho a sua maneira de ver a vida , e o mesmo disse uma frase : A pior dificuldade e viver nas trevas , ai eu pergunto ? qual trevas ? a visual ou a mental ??
pense nisso
Rogerio Fernando !!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O negocio da religiao !!
O negócio da religião é simples de discernir e difícil dele sair de dentro da gente.
Na religião há uma bandeira, um time e uma torcida para cada uma delas.
Um ser religioso é um ser de rituais e costumes, aliados a um "respeito" a letra morta da escritura --- seja ela qual for: Cristã, Muçulmana, Budista, etc. --, a quem ele proclama defender.
O Deus da religião tem nome e é carente de adoração via "sacerdotes" em reuniões coletivas.
Já o Deus em quem eu creio é aquele que é O NOME, o Deus que é!
O Deus que é discreto, simples, gentil e humilde -- para a surpresa de muitos.
Sim, o Deus que não aceita adoração senão a da vida em misericórdia para com o próximo.
Sim, o Deus humilde, pois Ele só se dá a conhecer aos que falam a língua universal do AMOR -- que é a essência dEle mesmo -- e só busca adoradores que o adorem, não em um "lugar", mas, no íntimo do ser, em espírito e em verdade; que o adorem na vida -- mesmo quando escrevem, falam, comem, bebem, e, principalmente, quando se relacionam com outros seres humanos e com o Planeta.
Sim, o Deus humilde que quando vestiu cara de gente, só se fez discernir por quem creu nEle, pois não havia aparência nenhuma exterior de poder ou pompa real.
Quem é da religião (do time, da bandeira e da torcida), de qualquer uma delas, quando vê um hindu amar como Gandhi ou um muçulmano como Yunus, se não for do mesmo time, tende a sentir pena que alguém tão bom possa estar tão enganado.
Quando eu vejo alguém que ama o próximo, independente da etiqueta religiosa ou cultural, eu ligo na hora com os personagens dos evangelhos a quem Jesus elogiou a fé -- a mulher sírio fenícia, o samaritano, o centurião romano, etc. --, e que não eram da "religião" de Jesus... rsrsrs Como se Jesus tivesse "outra religião" que não a do AMOR.
Assim, querido(a), "escritura", para mim, é a história do relacionamento de um povo com Deus. Palavra, é aquela que é impressa na nossa alma, e não em páginas de um livro.
É isso que eu discerni.
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